- Brasil : Abono salarial do PIS/Pasep: após mudanças, 4,5 milhões de trabalhadores deixarão de receber o benefício até 2030
- Brasil: FGTS para abater dívidas, desconto de até 90% e mais: o que se sabe sobre o pacote do governo para reduzir o endividamento
- Rio Grande do Norte : Motorista de ambulância no RN ganha indenização do Estado após perder parte da audição
- Saiba : Infarto em miss de 31 anos chama atenção para sintomas e prevenção
- Saiba: Secretaria de Saúde confirma três novos casos de mpox no RN
- Rio Grande do Norte: Kleber Rodrigues acompanha obra da RN-002 e destaca atuação na recuperação do trecho em Mipibu
- Saiba : Quer arrematar veículos e outros bens? Leilão da P0lícia Federal abre lances online nesta sexta (24)
PUBLICIDADE
Foto/Reprodução
PUBLICIDADE
Do Jornal Nacional - A Organização Mundial da Saúde alertou, nesta terça-feira (4), que apesar de estudos indicarem que a ômicron causa uma Covid mais leve, a doença não é um resfriado comum.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
O gerente de Incidentes da OMS, Abdi Mahamud, alertou: “Onde quer que a ômicron chegue, é questão de semanas para ela se tornar dominante”.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
Ele deu o exemplo da Dinamarca, um dos países com a maior concentração de casos do mundo. Lá, a variante alfa levou cerca de duas semanas para dobrar o número de casos. A ômicron fez isso em apenas dois dias. E frisou:
“Mesmo com olhar histórico na literatura, nunca vimos um vírus tão transmissível em um surto”.
Abdi Mahamud destacou que estão surgindo mais e mais estudos indicando que a ômicron afeta especialmente a parte superior do aparelho respiratório, provocando sintomas mais leves, ao contrário de variantes anteriores, que afetavam os pulmões e provocavam pneumonias severas.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
O gerente de incidentes da OMS disse que essa pode ser uma boa notícia, mas precisamos de mais estudos para comprovar isso. A certeza até aqui é da importância da vacinação.
“Temos um bom número de estudos reforçando o que vimos da África do Sul: que a vacina protege contra hospitalizações, doenças graves e morte, e é para isso que elas foram desenvolvidas”, ressaltou.
Nas palavras dele, o desafio é fazer a vacinação alcançar as populações vulneráveis.
A principal epidemiologista da Organização Mundial da Saúde reforçou com todas as letras: a ômicron não é um resfriado comum. Em uma rede social, Maria Van Kerkhove postou que, embora alguns relatórios indiquem um risco reduzido de hospitalização pela ômicron em comparação com a delta, ainda há muitas pessoas contaminadas, doentes e morrendo
A líder técnica da OMS também escreveu que casos de infecção por coronavírus e influenza podem ser e têm sido registrados na pandemia. Van Kerkhove avisou que, com mais pessoas se misturando, com uso limitado das medidas sociais e de saúde pública, com os vírus da gripe e da Covid circulando ao mesmo tempo, vamos ver mais casos de dupla infecção.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -




