- Saiba: Novo mutirão para resgatar dinheiro esquecido em bancos libera bilhões em 2026; veja como consultar
- Saiba : RN inicia construção de hospital metropolitano com 350 leito na Grande Natal
- Rio Grande do Norte: Kleber Rodrigues procura o DER e pede continuidade das obras no Agreste
- Rio Grande do Norte : Saiba quais são os municípios do RN mais atingidos por raios neste ano; veja a lista
- Saiba: Governo Federal quer socorrer endividados unificando dívidas; entenda
- Senador do RN: Quem quer ganhar sem trabalhar é ele, diz presidente da Associação dos Oficiais da PM após declarações de Styvenson
- Veja: VÍDEO - Nuvem em formato de rolo chama atenção no interior do RN; entenda fenômeno
PUBLICIDADE
Foto/ilustrativa
PUBLICIDADE
A família de um adolescente de 12 anos denunciou que o filho sofreu agressões e €stupro coletivo em uma escola pública estadual, em Recife. O crime teria sido cometido por outros alunos e, agora, é investigado pela Polícia Civil.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
Segundo informações do portal g1, os agressores perseguiam o menino em salas de aula e também nos horários de intervalo. O adolescente parou de sair por medo.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
“Eles entravam, jogavam ele no chão e espancavam ele ali, no chão, para ninguém ver. Chegaram ao ponto de levar ele para o banheiro, né? Aí, botaram arma na cara dele. E foi quando três deles seguraram ele e os outros cometeram o abuso”, contou a mãe da vítima ao g1.
Agora, a família se mudou para outra cidade. “Acabou com a saúde mental, social, saúde. Acabou com a vida do meu filho”, relatou a mulher. “Eles sabiam onde ele morava, eles ameaçavam toda a família, sabiam o nome da gente.”
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
O jovem de 12 anos passou por um exame no Instituto Médico Legal e, depois, registrou um boletim de ocorrência.
A mãe afirmou que o menino, que era um bom aluno e um jovem alegre, passou a se isolar e parou de sair de casa. A família começou a ficar preocupada, mas o menino não expunha o que ocorria. O jovem pediu ajuda para a avó, que relatou o caso para a mãe.
“Pediam a ele dinheiro. Queriam dinheiro, a todo tempo dinheiro. E cada vez que ele chegava na escola, que ele não tinha conseguido dinheiro, ele apanhava”, contou a mãe ao g1.
Em um determinado período, o menino fingia para a família que ia para a escola, mas não aparecia. O colégio, então, ligou para a casa do aluno. Quando a mãe expos a situação de agressões e abusos, a escola negou. “Disseram que era tudo coisa da cabeça dele. Que nada disso era verdade, que eu não desse importância porque era tudo coisa da cabeça dele.”
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
Leia também
O caso aconteceu em 15 de março e a denúncia foi feita em 13 de abril na Delegacia de Crimes contra Criança e Adolescente. O jovem está medicado e está em tratamento psicológico.
O que diz a Secretaria de Educação
À TV Globo, a Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco enviou uma nota, afirmando que o caso está sendo investigado pela Polícia Civil.
“A Secretaria de Educação reitera o compromisso com a cultura de paz no ambiente escolar, onde todo e qualquer tipo de preconceito é inadmissível. Em caso de violência, os estudantes são orientados a informar aos professores e a gestão da escola, que fazem escuta ativa e tomam as medidas cabíveis para sanar o problema.”
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
A Polícia Civil não respondeu a emissora sobre o caso.
Via Yahoo




