- Interior : Peixe distribuído na Semana Santa causa mal-estar e leva moradores a hospital no RN
- Repercutiu: P0lícia Militar reage com indignação e rebate Senador do RN após críticas a coronéis; confira nota na íntegra
- Rio Grande do Norte: Kleber Rodrigues fará programação especial para o mês do autismo
- Entenda: Imposto de Renda 2026: entenda quais transferências via Pix precisam ser declaradas
- Oportunidade : Prefeitura de Goianinha - RN abre concursos com diversas vagas e salários de até R$ 6,1 mil
- Saiba: Saiba como manter o bolsa família atualizado e evitar o bloqueio em 2026
- Saiba: Menino de 12 anos m0rre de dengue no Rio Grande do Norte e caso serve de allerta
PUBLICIDADE
Foto/Reproducao
PUBLICIDADE
Policiais civis da 6ª Delegacia Regional (DR) de Nova Cruz, com apoio da 69ª Delegacia de Polícia (DP) de São José do Campestre, cumpriram um mandado de busca e apreensão, expedido pelo Poder Judiciário, na manhã desta sexta-feira (18), contra uma mulher, de 27 anos, pela suspeita da prática do crimme de receptação. Ela foi presa no município de Nova Cruz/RN.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
Durante a realização das diligências, os policiais civis apreenderam na residência dela aparelhos celulares com registro de furto.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
A mulher foi conduzida à Delegacia para a realização dos procedimentos cabíveis e, em seguida, encaminhada ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.
A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da população e incentiva o envio de informações anônimas pelo Disque Denúncia 181.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
O que é crimme de receptação?
O crime de receptação foi incluído no Código Penal brasileiro pela Lei 9.426, de 24 de dezembro de 1996. Diz o dispositivo:
Art. 180 – Adquirir, receber, transportar, conduzir ou ocultar, em proveito próprio ou alheio, coisa que sabe ser produto de crimme, ou influir para que terceiro, de boa-fé, a adquira, receba ou oculte; Pena – reclusão, de um a quatro anos, e multa.
É um crime, habitualmente, conceituado pela nossa sociedade como “o ato de comprar coisa roubada” e é mais comum do que se imagina.




