- Agreste: Sindivarejo Nova Cruz empossa diretoria para novo ciclo de gestão
- Saiba : Não é o isqueiro: o objeto comum que você nunca deve deixar dentro do carro no sol
- Interior : Peixe distribuído na Semana Santa causa mal-estar e leva moradores a hospital no RN
- Repercutiu: P0lícia Militar reage com indignação e rebate Senador do RN após críticas a coronéis; confira nota na íntegra
- Rio Grande do Norte: Kleber Rodrigues fará programação especial para o mês do autismo
- Entenda: Imposto de Renda 2026: entenda quais transferências via Pix precisam ser declaradas
- Oportunidade : Prefeitura de Goianinha - RN abre concursos com diversas vagas e salários de até R$ 6,1 mil
PUBLICIDADE
Foto/Adriano Abreu
PUBLICIDADE
O Rio Grande do Norte tem um déficit de 9,1 mil agentes de segurança no Corpo de Bombeiros e nas polícias Civil e Militar. Conforme a legislação, o Estado deveria ter 19,6 mil servidores nas três instituições, mas somente 10,5 mil policiais e bombeiros estão na ativa, de acordo com o Raio-X das Forças de Segurança Pública do Brasil, relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
O levantamento também mostrou que em uma década – 2013 a 2023 – o Rio Grande do Norte registrou uma queda de 1,3% no efetivo da Polícia Militar. Governo diz que novos concursos para preencher as carências dependem da situação financeira do Estado.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
Na Polícia Militar, o efetivo atual é de 8.191, quando deveria ser de 13.466, de acordo com a Lei Complementar nº 449/2010, o que representa um déficit de 5.275 militares. Em 2013, o efetivo era de 8.303 PMs. A subtenente Márcia de Carvalho Fernandes, presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos Policiais e Bombeiros Militares do RN (Asspmbm/RN), diz que o efetivo é insuficiente para o policiamento ostensivo, que acaba dependendo do pagamento de diárias operacionais.
Tribuna do Norte
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -




